A situação vivida atualmente pelo senador Carlos Fávaro (PSD) e pelo ex-governador Pedro Taques (PSB), ambos pré-candidatos ao Senado pelo grupo de partidos de centro-esquerda, não é uma novidade na política mato-grossense. Rompidos desde 2018, os dois deverão integrar a mesma chapa, mas sem pedir votos um para o outro.
Uma situação similar foi vivenciada, justamente em 2018, pela juíza aposentada Selma Arruda, à época filiada ao extinto PSDL, e pelo ex-deputado federal Nilson Leitão, que tentava a vaga ao Senado pelo PSDB. Por divergências relacionadas ao horário eleitoral, os dois romperam no início da campanha eleitoral e a chapa, que tinha Taques tentando a reeleição ao Governo, terminou rachada.
Selma acabou aquela disputa como a mais votada, mas teve o mandato cassado menos de um ano após tomar posse. Já Leitão foi derrotado, ficando na quinta colocação.
Por Gláucio Nogueira /Blog do Romilson
